Algumas palavras

Sobre o Templo

Templo de Caridade Umbandista
Caboclo Pena Branca e Pai Cipriano das almas

O Templo de Caridade Umbandista Caboclo Pena Branca e Preto Velho Pai Cipriano das Almas, é uma instituição religiosa nascida a mais de 3 anos, mas foi registrada legalmente em 08/10/2019 sob o CNPJ: 37.826.183/0001-09, na natureza jurídica denominada Organização Religiosa, tem por finalidade atendimentos de adeptos e consulentes que procuram o templo para energização, ajuda espiritual e mental.

Os filhos da casa tem como viga de sustentação a caridade e o desenvolvimento espiritual seu e de quem nos procura, independente de qualquer religião, cor ou classe social.

Nosso templo, popularmente como “Terreiro de Umbanda”, realiza as doutrinas e atendimentos aos sábados com diversas entidades que contribuem para a erradicação da soberba, de mal feitos, de energias negativas e pensamentos maldosos contra as pessoas.

Nosso foco na religião é o amor e caridade, usamos o tempo para ajudar sempre o próximo sem julgamentos ou descriminação  que buscam empatia, apoio, aconchego e muito já o consideram como se fosse a sua segunda casa, lugar para refletir, acalmar o coração, livrar a mente de pensamentos negativos e mudanças, assim como ajudar pessoas depressivas, ansiosas, inquietas, tristes, sem perspectiva nenhuma de vida melhor, na perspectiva de rumos melhores de vida.

Ao contrário do que se ouve por ai, a religião Umbanda não faz maldades e feitiços, nós mostramos realmente o que ela nos representa, uma paz interior que nos invade e proporciona novas experiências de vida espiritual elevando a capacidade de discernimento do que nos prejudica e maltrata a alma.

A proposta do templo é Você fazendo a sua parte que Nós junto com a espiritualidade fazendo a nossa e todos buscando os mesmos temas que são: prosperidades, oportunidades, desenvolvimentos humano e espiritual, aprendizados.

Seja bem vindo a qualquer momento de sua vida!

Pai Calixto!

Pai Calixto, um pouco de mim!

Sou Cristóvão Carvalho e tudo começou em 2013, quando vim morar na capital Aracaju, até então filho do interior Poço verde – SE, vinda motivada pela busca de trabalho na capital sergipana.

Minha formação religiosa inicial é do berço Católico Apostólico Romano, não tive muito contato com outras religiões neste período, até que em 2014 comecei a vivenciar manifestações diferentes relacionadas a vidência e o afloramento espiritual que se manifestou fortemente com 21 anos.

Inicialmente estas manifestações eram sonhos vívidos, vidências cada vez mais claras, contato direto com o plano dos mortos com mensagens determinísticas, primeiro contato foi com meu avô, recém falecido, fez olhar de forma diferente do catolicismo para o plano espiritual agora apresentado.

Curiosidade crescente e esta nova versão de mim com vidências claras e sonhos límpidos, informações privilegiadas, me fez aceitar o convite de um amigo para conhecer o Centro espírita Bezerra de Menezes, confesso que foram noites diferentes e enriquecedoras seguidos de sonhos mais nítidos e informações determinísticas sobre um mundo novo. Em pouco tempo a espiritualidade fortaleceu, acirrando o contato com meu avô e os guias espirituais se manifestando dia após dia em novas energias e a minha vidência aguçou. 

Foram dias e dias de doutrinação e desenvolvimento, aprendizagem, leituras, experiências, entendimentos e recomeços frequentes, mas ainda assim estava faltando algo sutilmente perceptível para fechar mais um ciclo, mas ainda ausente, um vazio, que somente ao pisar num terreiro de umbanda, que fica em outra cidade, foi preenchido com a manifestação do Orixá Ogum, dançou e vibrou no som do atabaque, completando mais uma fase da mediunidade, a manifestação da energia.

Nestas poucas linhas pude descrever meu despertar da espiritualidade, agora estamos numa trajetória diária e crescente de novos conhecimentos e novos amadurecimentos para fazer uma umbanda energicamente diferente, livre, leve e para atender a todas as pessoas que nos procuram de todas as crenças.

Sou grato pela espiritualidade herdada de meus antepassados, minha família, meu avô. Esta herança de antepassados foi crucial para o traçar da minha espiritualidade que está embasada na caridade e no auxílio da espiritualidade dos que chegam a nossa casa.

Linha de trabalho!

No Templo trabalhamos com várias linhas de energias, mas 2 se destacam:

A LINHA TRIÂNGULO DA DIREITA é uma Linha de Trabalho ligada aos: Caboclos, Pretos Velhos e Ibejadas. Atrelado a essa vertente trazemos o Asè dos Ciganos, Baianos, Malandros e Marinheiros.

O Templo nasceu sob a regência de Ogum e Oxum os quais são os pais de cabeça do dirigente da casa e Obaluaê e Yansã como padrinhos. Neste sentido, trabalhamos o fortalecimento dos Órixas de Cabeça (Mãe e Pai), assim como, Padrinho e Madrinha) e, para alcançarmos esse fortalecimento quando necessário o trabalho é feito com o “fortalecimento da cora – ORI”, como principal elemento de força o Sangue Verde.

Na LINHA TRIÂNGULO DA ESQUERDA é a essência de Exús, Pomba Gira e Mirins, resgatando a origem da Quimbanda.

Trabalhamos com Sangue verde em ritos de saúde, fortalecimento, limpezas energéticas.

Respeitar e trabalhar com ritos ou magias é trazer de volta a nossa ancestralidade com respeito e amor.

Gostaria que Você soubesse!

     Nas palavras do escritor e sarcedote umbandista, Alexandre Cumino: “há uma umbanda para cada umbandistas.” 

 

  • A umbanda é a mistura de crenças que não exclui o outro. É a verdade que cada um carrega, que te trouxe até aqui através de experiências e que não exclui as mesmas, e sim as soma. São as sensações vividas no terreiro por cada indivíduo, única para cada um. A cada gira um novo sentimento, um novo aprendizado. É a humildade de querer aprender e buscar evolução, de vestir o branco, colocar o pé no chão e bater cabeça. É a cultura viva e pulsante do nosso Brasil. É o índio, o nordestino e todas as culturas herdadas de norte a sul desse país. São aqueles que imigraram, o povo cigano, os negros, e todos que aqui deixaram as marcas de suas culturas. São os que já vieram e que ainda continuam conosco em espírito e essência. Somos nós amanhã, e os que ainda virão a herdar o que constituimos e preservamos na nossa cultura hoje. Não há limites de idade, raça, sexo, etnia que priva a umbanda de ser o que é, de acolher de braços abertos a quem abraça seus princípios de humildade e amor ao próximo. Nem mesmo limites de crenças em outras religiões, porque a umbanda abraça seus semelhantes em fé e incentiva toda prática do amor ao próximo e de conhecimento. Se há amor, há umbanda. Se há respeito dentro e fora do terreiro, há umbanda. Se há caridade, vinda da forma que vier, há umbanda. E apenas com isso e a humildade para com as tradições e com o próximo, é que pode ser feita a umbanda. Isso é ser umbanda. 
 

em construção.